Sou o cavaleiro que brilha à luz do amanhecer.
Fui forjado nas dificuldades da vida.
De noites em claro
E palpitações ferozes.
Fui forjado nas dificuldades da vida.
Da incidência de variáveis exógenas
Correlacionadas ao meu endógeno,
Mas que sempre interferiram em minha vida.
Sou o cavaleiro que brilha ao anoitecer,
E cintila a solidão vazia
Da índole divina
Do sofrimento pelos outros.
Foi a frágua das dificuldades
Que modelaram minha vida.
De lutas impingidas
Por razões inefáveis.
Sou o cavalheiro que brilha ao amanhecer...
Em busca de solidão preenchida
De esperança cálida.
Mas sempre forjado pela sinuosidade da vida.
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